segunda-feira, 7 de maio de 2012

Dois minutos de silêncio e um Ano de Barulho...


Um minuto de silêncio para as coisas mortas, e dez minutos de gritaria para as coisas vivas...
O que pode ser lembrado de forma sincera, o que pode ser lembrado de forma vazia...
Qual o significa da vida, qual o significado eu devo dar pra ela?

O que posso criar para que no final não seja apenas um fim confortável, até onde eu posso ir?

Até um ano atrás eu estava amarrado em correntes fervidas por algum inferno, hoje não está tão diferente, o que de fato foi feito?

Olhar para o céu nunca é cansativo, mas confesso que quero ir mais longe. Meus olhos não irão saltar...

A beira da loucura já esteve mais perto, a cura também...

Os bloqueios ainda são verdadeiros, e meu maior inimigo mora em mim mesmo, com casa, comida e roupa lavada...e uma memória de elefante.

Vem sendo dias curtos, cansativos, estranho... Às vezes parece bom, e quase sempre parece horrível!

Ao menos pareço não estar careca, e me promovendo em prol da vida...

Continuo honesto, até com meus próprios abismos. Se tudo ficará bem...? Bem, isso você pergunta pra puta que te pariu, pois se eu soubesse isso, ganharia um prêmio Nobel.


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