segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

New Year and Old Peoples...


Há uma distância que existe para manter certa comodidade…quase nada muda de um dia para o outro, já é difícil mudar quando passado alguns longos dias...
Algumas pessoas parecem ser feitas de ferro, mas seus corações permanecem moles, mas intactos para algumas coisas!
Eu fui indo pelas beiradas tentando entender, e às vezes parece ser mais fácil fingir que nunca nos conhecemos o bastante. O caos parece somente existir por fatores desnecessários, digo, antes éramos duas “crianças” e os sonhos nos ligavam e hoje as ambições nos separam, mas no fundo sempre fomos os mesmos, sempre...
Não sinto decepção, mas sinto necessidade de deixar pra lá, deixar ir embora. Não, nem tenho medo nem nada do tipo, mas também não quero a acabar com a paz alheia.
Os anos vão passando e algumas coisas ficaram eternizadas, pois parecem que são indestrutíveis, para não serem, só voltando no tempo e nem ter se esforçado para encontrar, assim nada existiria, logo não teria nada pra ser destruído, mas isso é utópico...vamos a realidade...
A real é que coisas acabam, independente da intensidade, às vezes em algum momento parece que vai durar, sei lá, uns trinta anos ou mais, mas depois vai enfraquecendo e as previsões entram em declínio, até você perceber que o desgaste diminuiu isso mais pela metade...
Daí surge todas aquelas nóias, aquelas merdas de sempre, aqueles pensamentos pessimistas e afins...
...ahhh, eu poderia ter feito diferente, sim, mas não o fez, e agora está sem...
...ahhh, mas eu fui um fraco, sim foi, mas quem se importa?
...ahhh, mas será que não tem jeito mesmo...? Não, não tem não!
...e ficar convivendo com marteladas na mente até quando? Pois sua parte já foi feita, o ano pode ser novo, mas as pessoas são “velhas”, o ano será velho e as pessoas continuaram “velhas”. Não digo isso no sentido de não evoluir, mas no sentido das pessoas não mudarem tanto e sim os eventos...
Não existe paraíso, embora alguns momentos contradizem isso, mas de qualquer forma nunca dura o bastante para que eu me sinta “eternamente” satisfeito.
Existe muita coisa boa ai fora para ser aproveitada, e só há uma forma de quebrar o muro...quebrando!
Ou é isso ou nada, ou é isso e ficar lamentando para quase todo o sempre, lamentar o quê, se algo bom eu vivi.
Infelizmente a linha não pode ser remendada, nem com mágica, nem com lógica e nem com racionalidade, ela simplesmente não vai ser o que era antes e vai ficar mais fácil ainda para arrebentar novamente.
No mais, seremos eternos “velhos”...
PS: Arte por Ness Forest.

Nenhum comentário:

Postar um comentário