sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Pedaços espalhados de mim mesmo pelo chão,  em lugares que não estive...
Esperar o que do que foi já previsto?

É sentar e ver o futuro me engolir, sem me mover, sem reagir!

Brincar de ser invisível, para que às vezes ninguém possa ver o meu olhar e/ou meu estado físico...

Disfarçar felizmente ou infelizmente é necessário... e quase o dia todo!
Em poucas palavras é que eu deveria descrever sobre tudo que eu acredito... Eu não acredito!

Não há necessidade de questionar se as pessoas mentem de mais ou não, afinal, o que isso importa? Porra!

Não sou sobrevivente de merda nenhuma, apenas consegui passar por fases.

Qual medalha eu devo carregar no peito? Nenhuma... sei lá, prefiro guardar as emoções de uma boa conquista em minhas lembranças, é mais seguro, mais intimo...

Nada evita o fato: Poderia ser pior, ou melhor, como vou saber?

A vida lá fora não me agrada tanto mais, a visão fica até turva, e relaxar como ao ver coisas que o coração simplesmente não suporta mais?

Às vezes embaço a visão e me faço de morto, relativamente obtenho algum sucesso. O problema é quem muitos fazem isso e visão turva com visão turva dá uma cegueira desgraçada...

Ver a vida de binóculos, é uma boa opção? Pois quem enxerga de fato as coisas é o cérebro e isso em todos os sentidos possíveis!

Os sonhos vão se moldando ao passar do tempo e da necessidade? Bom, a realidade me diz que sim e não vou me esforçar em tentar provar o contrário, contra fatos não há como se esquivar.

Quando há brechas até é possível fugir e/ou questionar, mas quando é o contrário...
As músicas que antes faziam algo brilhar dentro de mim não fazem o mesmo efeito agora, claro... cada momento é um de uma forma e por mais bela que a canção seja a mesma não serve mais...

Entretanto uma saudade fica...

É...não serei convencido de que devo sair da toca para ver o que eu já vi, pra mim já está claro...

Se assim está, por qual motivo vou querer que a luz me cegue?

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