sábado, 4 de junho de 2011

Um tanto de pouco e um pouco de nada...

Nós e a constante matança...

Temos um grande sonho, até que a inocência é quebrada, logo nos tornamos escravos do tempo e das obrigações (isso todos sabem)...

A diferença é como alguns conseguem simplesmente disfarçar e viver de acordo com que a vida traz...

Longe de existir algo que seja perfeito, mas talvez em alguns segundos nós conseguimos sentir realmente a vida, e nem precisa fechar os olhos, sei lá, o simples fato de respirar profundamente o ar e trazer a tona uma outra realidade torna tudo mais agradável, mais vivido, mais saudável, estou falando de estar em paz!

Pode parece tudo repetitivo e é, mas isso determina com que tudo seja um saco? Talvez, mas e quando perdemos aquela rotina antes julgada tão suicida, e quando não a temos sentimentos falta...tá, mas por qual motivo?

Será que não é um vicio que criamos, assim como outros vícios? Como sentir a falta do que nos estragava?

E não é bem no fundo que todo mundo sente um pouco perdido (ou muito), não é bem no fundo que alguém gosta ou odeia algo, que história é essa de “fundo”?

Talvez seja mais uma expressão, jeito de falar, ou o simples fato de falar “no fundo” demonstra que algo precisa ficar escondido e longe pra ser sentido, estranho, não?

“No fundo” eu sinto falta dele (a), “no fundo” ainda quero continuar aqui, no “fundo” eu quero não sentir longe, mas bem perto, mas “no fundo” “algo” me impede esse mesmo “algo” que lá atrás era tudo que eu tinha...

Sim, pra mim tudo é questionável, desde que tenha um argumento bem aprofundado, não é simplesmente “não concordo”, se fosse seria fácil até discordar de si mesmo, coisa que não acontece muito...

Não sei se sou doido, mas geralmente eu entro em discussão comigo mesmo, como se eu fosse dois, e esse outro bem diferente de outro eu.

Antes de qualquer quebra de regra, e/ou de dogmas (paradigmas) é preciso que façamos uma auto-reflexão, eu sei que esse papinho é meio chato, mas é fato que é necessário olhar pra dentro...

Alguém consegue manter-se firme no volante, minutos antes de atropelar algum animal, eu não!

Alguns conseguem se alimentar de outros animais enquanto passam a mão no seu cachorro, eu não!

A racionalidade não precisa ser uma coisa de pessoa fria, aliás, não tem nada a ver separar razão de emoção, mas eu já disse isso em outros posts. Não, o amor não estraga as pessoas e sim como elas usam esse sentimento (mas isso é muito lógico eu falar...)

Eu quero resumir que, coisas que não fazemos poderíamos agora, neste momento fazer, mas pelo simples fato de pensamos e entrar por outros caminhos não fazemos...

Estou numa manhã de sábado, isso é fato, estou escrevendo, mas dependendo das circunstâncias, eu poderia estar em outro lugar, mas hoje seria sábado da mesma forma, a não ser que eu voltasse no tempo (utópico isso) e mudasse todo calendário...

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