quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


Depois de tanta tempestade, confusão, pseudo caos e etc...
É hora de refletir sobre velhos sonhos que permaneceram dormindo...
Depois de monstros acordados, medos que venceram, egoísmos que reinaram!
É hora de levantar da cama e lavar a cara!
Assumir...
Depois de conhecer “outros mundos”, depois de fechar os olhos pra fingir não ver, depois de toda covardia e descrença...
É hora de voltar ao normal! Dar um reset...
Pois em todos esses meus momentos de estranheza foi onde eu encontrei aquilo que preciso, na verdade eu já a tinha dentro de mim, mas por motivos banais eu quase apaguei a apaguei de vez, dando chance para que o meu verdadeiro eu se esvaísse e fosse embora de vez.
Quando foi que nunca mais serviu o que realmente eu tinha e era? Quando foi conveniente querer mudar pra provar pra mim mesmo (e não para os outros) que eu também podia ser forte aguentando uma barra que nunca foi feita pra mim.
Eu tive um dia a audácia de desafiar o que eu acreditava ser inquebrável, e isso me trouxe algumas boas verdades.
É como se eu fosse um religioso que um dia perdeu a fé e conseguiu encontrar razão acima de tudo. Mesmo que (talvez) essa razão seja movida por coisas talvez além do conhecimento.
Quando eu sabia o que perguntar eles sabiam o que responder. Quando eu sabia responder não existia mais perguntas...
Estava a um passo de mim mesmo e sem saber cai no mesmo lugar de antes.
Agora observo claramente que nada adiantou! Estou no mesmo lugar, os mesmos sonhos, as mesmas vontades, as mesmas crenças, as mesmas palavras.
Logicamente que, as coisas novas que conheci ultimamente me faça aprofundar cada vez mais se valeu a pena tudo, e isso meio que muda algumas situações.
Corri muitos riscos, quando parei, olhei no espelho e vi que lutava contra eu mesmo.
Nada é tão irreversível e/ou inquebrável, mas pode ser o bastante forte pra durar apesar de toda a “guerra e violência”.
Ultimamente ando bem desconfiado de muita coisa, meu lado romântico permanece preso só comigo, minhas lembranças ainda são fies a ponto de me fazer sentir novamente o que sentira no passado.
Não consigo, não posso encontrar tal sentimento em outra pessoa.
Pois no fim das contas, só eu sei que tenho guardado e de forma alguma eu quero compartilhar isso mais a finco.
Eu preciso primeiramente derrubar o muro interno que cada vez mais está forte, pois eu mesmo o alimento. Mas talvez seja questão de tempo e também de esforço.
Mas sinceramente, algumas coisas simplesmente eu não posso encontrar, e outras não posso esnobar.
Ou será que vou desrespeitar mais uma vez o meu próprio sentimento?
Eu sei onde é o buraco, só depende de mim, se vou querer ou não cair novamente nele e eu não desejo estar lá novamente...

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