terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cheguei a uma conclusão...
Não devo questionar as coisas passiveis de engano, é tão cansativo isso...
Pois cada passo para o “inferno” é um passo a menos para algum “céu”
E não existe vazio capaz de ser totalmente preenchido, sinceramente isso faz com que eu não desista. Seria mais ou menos como continuar vivendo de melhor forma possível, pois fatalmente não terá nada do “outro lado”.
Essa busca violenta em torno de ser cheio, de ter sentido...
Não me cobrarei mais sobre algumas perguntas, o que sou afinal? Alguém que deva saber de tudo ou quase tudo? Não, longe disso!
Nem todo conhecimento é importante, alguns deles nos tiram muitas coisas e não to a fim de perder partes importantes de mim somente para ver alguma realidade que só faz a descrença.
Por isso creio que nem toda ilusão seja ruim. Precisamos criar nossos ambientes, nossas verdades, fazer a nossa vida de fato, ter a liberdade de fugir do real.
Tudo que fazemos para mudar nos leva a aquilo que um dia tivemos...eu penso e passo isso constantemente. Parecem aquelas cordas de borracha que vem e vão, se por mais força arrebenta, caso contrário, volta.
Faz ter valor a frase que todos dizem...A vida é feita de momentos! Posso completá-la: “ A vida é feita de momentos e não se deve ter a obrigação de preencher o vazio”
Não é o vazio que nos destrói, é a maneira violenta de como nos obrigamos a sempre ter algo que preencha.

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