quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Até encontrar o interruptor para ascender a luz tive que tropeçar em algumas coisas pelo chão! Estava no momento cego!
Consegui meio que ver uma mão querendo ser pega, assustei me no começo, mas fui acostumando...
Enquanto tudo aquilo que eu guardava ia embora, de forma simples e natural.
Podia eu ver um brilho em todo seu corpo, mas nos seus olhos eram mais fortes...
Sua companhia era tudo que eu podia ter! (que posso ter)
Ainda tento entender o fim das coisas, talvez o mesmo seja para um novo começo, ou um começo “antigo”, daqueles que foram sendo adiados durante anos.
Há uma tatuagem enorme em meu coração que consegue atingir bem fundo em minha essência e isso faz com que eu me proteja de espinhos.
Sentimentos que hoje independem de pessoas para eu sentir, mas que foram trazidos a partir delas...
“Um dia você bate o carro, perde-o, mas nunca mais o esquece...foi teu primeiro carro.”
Coisas que eu escondo para ninguém tocar, pegar, não quero que me roubem o que tenho de mais precioso.
São as histórias já escritas antes em páginas limpas, hoje está tudo amarelando e parece conter cinzas.
Antes de qualquer coisa, eu posso dizer que tive a oportunidade de conhecer meu lado melhor, era pura inspiração, era paixão, era estar livre por dentro mesmo com algemas por fora.
Que ares limpos possam me atingir, e eu não quero desistir, não pretendo deixar de acreditar naquilo tudo que me fez ser alguém, não vou deixar que tudo se afaste de mim.
Se o que tenho for perdido e/ou destruído aí sim não serei nada, mas por enquanto ainda permaneço carregando a idéia de que tudo dará certo, que terei várias coisas de volta e terei também muita coisa nova, fazer um misto entre aquilo que me trouxe até aqui, daquilo que tenho e ainda vou ter.

Nenhum comentário:

Postar um comentário