segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Talvez eu explique a mim mesmo as coisas que não morrem...
Como por exemplo: Continuar acreditando na existência de um segundo sol... E não digo nada de modo físico.
Mantenho-me de pé não somente pelo chão, mas por algo que me faz voar.
Por alguns meses eu fiquei pensando numa “pergunta” que uma “amiga” me fez. Tiro de fatos a resposta e certa conclusão... Os fatos... Simplesmente os fatos são tudo que tenho.
Caminhando hoje no final da tarde pude ver o céu laranja...Ele nunca foi embora...
Vários fragmentos meus se tornam peças de quebra cabeças e a chave está em entender que há uma natureza não somente em volta, mas dentro de mim.
Ciclo, perdas, duvida... Tudo parece ser tão necessário.
Quando mudo de uma rota é que vejo... Que tudo é tão necessário... E que cometo injustiças comigo mesmo se eu não aceitar isso.

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