terça-feira, 10 de agosto de 2010


A vida como uma encenação... Abriram-se as cortinas e bem próximo uma luz que invade os olhos dos espectadores...
Viver com o interesse de sempre mentir, criar alternativas para se esconder de uma verdade que liberta e eles sempre esperam que você se saia bem.
Uma pressão que não há quando descanso minha mente...
Agora eles te encaram como se você fosse esquisito, uma aberração, sem saber o que você passa e faz questão de não fingir... Mas todos eles são cegos!
Ouço sons que me invadem profundamente, onde ninguém consegue ver e não é uma mentira, é apenas um segredo, um silêncio...
Gestos que mudam tudo e por um segundo me encontram.
É quando não preciso me esconder atrás de nada, quando as palavras é exatamente o que sou, exatamente...
Quando não sinto vergonha em dizer que o passado é um lugar bom, quando não sinto vergonha de dizer que ainda não esqueci tais pessoas.(Nem preciso esquecer)
O presente se montando através de peças de quebra cabeças que vieram de anos atrás... Agora encontro o que foi perdido e constantemente consigo respirar de verdade.
Se eu quiser posso gritar apenas para eu ouvir e sinceramente eu não preciso encenar...
Possa ser que eu me cegue por alguma luz...Mas continuarei a enxergar. *Continuarei a ser EU.

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